Os textos aqui mostrados referentes a cidade de Pelotas foram retirados do site da cidade de Pelotas
Fonte
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Recanto dos Coswig
Mercado Publico
Mercado Público Localização: Praça Sete de Julho
Dias de funcionamento: Diariamente - Horário Comercial
Telefone para informações: (53) 3225 3733
Não é cobrada taxa para visitação.
Um pouco da história
Construção: 1847
Com a aprovação da Construção em 1846, foi elaborado o projeto do Mercado, mas a Câmara Municipal não conseguiu recursos para sua construção. Em 1849, Roberto Offer apresentou à Câmara um outro projeto, considerado de valor exorbitante, mas de boa qualidade. Consistia num prédio quadrado, de pátio central, com acesso pelas esquinas. A construção destinada às lojas, o pátio ao comércio informal e o centro à primitiva torre do relógio, de material, com abóbada e sotéia (mirante).
No período de 1911-1914, o Mercado sofreu uma reformulação profunda em termos de plantas e fachadas, obras dirigidas pelo engenheiro Manoel Itaqui; nesta fase o prédio recebeu, além de mudanças de acessos, a torre do relógio e o farol de ferro, importados de Hamburgo, na Alemanha, fazendo uma alusão à Torre Eiffel, da França. Do farol emergia luz de uma poderosa luminária rotativa, que espargia raios para todos os quadrantes. Vista de longe, identificou a cidade por muitos anos. Contam moradores da Cascata e Três Cerros que, à noite, era possível ver o famoso farol do Mercado.
Na planta anterior os acessos eram apenas pelas esquinas em chanfro coroados por um frontão triangular. Já na planta de 1914 o partido e a volumetria modificaram-se, tornando os acessos centralizados nas fachadas e torreões nas esquinas, com suas circulações internas em cruz, com um arcabouço central apoiado em 74 colunas de ferro, com tesouras ligadas por vigas de ferro abertas em ogivas e com vitrais nas ogivas laterais. O primeiro prédio é de linhas simples apresentando um ritmo de cheios e vazios marcados pelas vergas em arco pleno no vão das portas. No seguinte os torreões recebem na platibanda ornamentos com guirlandas de flores e frutas em relevo, em estilo Art Nouveau. Possui 120 lojas dos mais variados tipos. O relógio e o sino existem até hoje.
Atualmente, continua exercendo a sua função de mercado municipal, abastecendo a cidade com seus diferentes tipos de produtos.
Catedral Sao Francisco de Paula
Catedral São Francisco de Paula
Funcionamento: Segunda a Sábado - 10:00 às 19:30
Domingos – 08:00 às 12:00/18:00
Telefone para informações: (53) 3222 2096
Não é cobrada taxa para visitação
Um pouco da história
A história do mais importante edifício religioso de Pelotas pode ser dividida em, pelos menos, três fases. A primeira foi com a construção da capela em 1813, por iniciativa do Pe. Felício da Costa Pereira, que foi seu autor, projetou e executou a obra, pequeno santuário, construído em alvenaria com duas águas e telhas de barro. Era constituído de uma nave de 6,6m x 13,20m (incluindo a capela-mor), sem torres e sacristia.
A Catedral abriga, desde os primeiros tempos, a imagem de São Francisco de Paula, de origem artística desconhecida, tendo sido trazida da Colônia do Sacramento. Este santo dá o nome à Igreja não por acaso, pois é o padroeiro de Pelotas.
Em 1826, após ter sido destruída por um raio, foram iniciadas as obras de um "novo templo", pelo lado de fora do primitivo. Em 1846, o Imperador D. Pedro II, lança, na Praça da Regeneração (hoje Cel. Pedro Osório), a pedra fundamental para a construção de uma nova Catedral no entorno da praça.
Em meados do século XIX, a Catedral já apresentava a fachada atual, com pórtico e terraço, com jogo de ordens superpostas (dóricas no térreo, jônicas no primeiro pavimento e coríntias nas torres), com sua platibanda e pequeno frontão; com duas torres sineiros e com suas duas cúpulas características. Era ainda muito primitiva: nave única, tribunas laterais, altar-mor ao fundo e duas bases nas torres. Em 1915, sofreu uma ampliação: um prédio de dois pavimentos é anexado para servir de salão paroquial. Em 1933, uma nova reforma ampliou sua capacidade para 1700 pessoas. O altar-mor foi recuado para o fundo, a sacristia ocupou o pavimento térreo do salão paroquial, eliminaram-se as tribunas. As janelas laterais foram retiradas e substituídas por vitrais com passagens bíblicas. Os vitrais foram doados por famílias pelotenses.
A Catedral só veio assumir sua configuração atual entre 1947 e 1948, quando foram construídas a cripta e a grandiosa cúpula (desenho do arquiteto Roberto Offer, de 1847), pelo arquiteto Victorino Zani. Para completar seu trabalho, vieram da Itália os artistas Aldo Locatelli e Emílio Sessa, que se encarregaram da decoração interna do templo, a convite de Dom Antonio Zattera. A pintura mural foi realizada com têmpera sobre reboco seco. A tinta resulta da mistura de pigmentos com aglutinantes solúveis em água, que podem ser cola, ovo, caseína, etc. Composição figurativa, estruturada sobre uma base geométrica, onde se pode sentir unidade, harmonia e equilíbrio. A combinação de cores determina a oposição entre os claros e escuros, o artista modela e produz texturas por meio da cor. Vários estilos foram utilizados pelo pintor Aldo Locatelli: Renascentista, na composição, perspectiva, "sfumato" (sombreados); Maneirista, na complexidade das posturas, graça, forma serpentinada, variedade dos aspectos do corpo; e Barroco, na força na ação, combinação de luminosidade e dramaticidade e iluminação em diagonal.
Aldo Locatelli ficou conhecido pelo seu magnífico trabalho. Foi contratado posteriormente para pintar a Catedral de Porto Alegre, o Palácio Piratini e a Igreja de Caxias do Sul. Mas sua obra maior está na Catedral de São Francisco de Paula, que originou sua vinda diretamente da Itália a fim de executá-la.
Grande Hotel
Grande Hotel
Horário de funcionamento: Segunda a Sexta – 9h às 12h; 12h30min. às 18h30min.
Telefone para informações: (53) 3225 3733
Não é cobrada taxa para visitação.
Um pouco da história
Construção: 1925 a 1928
Através da Cia. Incorporadora Grande Hotel, organizada para a construção do mesmo, foi adquirido o terreno no ano de 1924, através de doação do Dr. Fernando Luis Osório, no local onde funcionava o Cinema Politeama. O projeto foi escolhido através de concurso, cujo vencedor foi Theófilo Borges de Barros.
A pedra fundamental foi lançada em 1925 e o prédio foi inaugurado em 1928, em meio a uma terrível crise financeira. O edifício tem quatro andares, construção de esquina com subsolo habitável, andar térreo mais elevado em relação ao passeio, andar nobre evidenciado na fachada, dois pavimentos-tipo e mansarda. Possui 76 quartos, 6 apartamentos tipo suíte, salão de chá, um grande vestíbulo coberto por clarabóia de vidros coloridos (importada da França) e restaurante. No vestíbulo encontra-se escadaria com piso em mármore e corrimão em ferro trabalhado. Demonstra estilo Art Nouveau.
Suas fachadas frontais possuem uma preocupação formal com o Ecletismo Histórico. No segundo pavimento, balcões sustentados por "cachorros" ornamentados com volutas dividem a volumetria. Com alto embasamento, que aumenta a imponência da construção, as fachadas são divididas verticalmente em três corpos distintos, originando pavilhões laterais salientes arrematados com frontões, sobrepostos às platibandas com brasões do Hotel ornados por guirlandas de rosas. Na esquina, o acesso é marcado por um corpo arredondado coroado por uma cúpula de bronze, importada da França, que abriga em seu interior um alojamento sob a caixa d'água.
Devido à elegância em seu estilo, o Grande Hotel mereceu a seguinte observação do escritor e historiador Berilo Neves, que escreveu "Pompas e Cochilhas": “o Grande Hotel de Pelotas é um dos poucos ‘grandes hotéis’ do mundo que justificam seu nome”.
Tombado, permanece na Praça mais importante de Pelotas como um símbolo da cidade. Muitos personagens ilustres nele se hospedaram e por muitos anos foi o principal hotel da cidade e da região. Era considerado o salão de festas da cidade. Lá costumavam ser oferecidos banquetes homenageando grandes personalidades nacionais e bailes de carnaval eram comemorados. Um jantar no restaurante do Grande Hotel era classificado como o que havia de mais granfino.
Atualmente, o prédio está sob a administração da Secretaria de Cultura, e dispõe de duas salas de exposições de arte, a Frederico Trebbi e a Antônio Caringi. As exposições e a visitação devem ser consultadas junto à Secult (53) 3225 7355.
Biblioteca Publica Municipal
Biblioteca Pública Municipal Localização: Pça. Cel. Pedro Osório, n°103
Funcionamento: Segunda a Sexta - 9:00 às 18:00
Telefone para informações: (53) 3222 3856
Não é cobrada taxa para visitação ao prédio e/ ou consulta dos livros.
Um pouco da história
Construção: 1878 a 1881
A história conta que a Biblioteca foi fundada em 1875, por diversos cavalheiros da sociedade local, com o objetivo de colaborar para o conhecimento intelectual e cultural dos pelotenses. Em 1878, João Simões Lopes, o Visconde da Graça, inaugurou os alicerces do prédio, projetado por José Izella Merotte e construído graças às doações da população mais abastada, que mandava trazer da Europa vários materiais de construção, como os marcos de pedra e o arco de granito da entrada principal (vindos de Portugal).
O povo em geral também deu a sua contribuição através da doação de madeira, pregos, cortinas, além de dinheiro, arrecadado em quermesses e bazares. Entre 1911 e 1913, sofreu acréscimo de um segundo piso, projetado por Caetano Casaretto.
A linguagem formal do edifício vem do Historicismo Eclético, composto por colunas e pilastras, tendo o acesso central marcado por um frontão sustentado simetricamente por cariátides, além de balcões e sacadas de púlpito. Um globo coroa toda a construção, como um marco da sabedoria e símbolo máximo do Positivismo (filosofia embasada na observação e experiência). Há várias pinturas executadas no interior do prédio, como ao lado do frontão da escadaria, paredes laterais, painéis junto ao teto. O teto do paravento apresenta o emblema em entalhe feito por Guilherme Schmoll.
A Biblioteca Pública possui um Museu, que dispõe várias peças históricas desde o período da Pré-História até o século XIX, e está aberto à visitação. Além disso, no segundo andar da instituição, há um acervo dos principais jornais de Pelotas, também aberto à consulta.
Charqueadas Santa Rita
Funcionamento: Diariamente, incluindo sábados, domingos e feriados.
Telefone para informações: (53) 3228-2024 Fax: (53) 3282-1433
Site: www.charqueadasantarita.com.br
Um pouco da história
A Charqueada Santa Rita, construída em 1826 em estilo Colonial, foi parte importante do Núcleo Charqueador Pelotense e, como tal, parte da história da cidade de Pelotas. Com uma arquitetura primorosamente restaurada e um exuberante jardim centenário, ainda mantém vivo o reflexo do esplendor que foi, um dia, a cidade de Pelotas. Hoje, a Charqueada Santa Rita abre suas portas para visitação turística guiada, a fim de mostrar a sua rica história, seu conjunto arquitetônico e seu jardim. Também possui uma aconchegante Pousada, localizada às margens do Arroio Pelotas, escolhida pelo diretor Jaime Monjardim e a atriz Daniela Escobar para se hospedarem durante a filmagem da minissérie global "A Casa das Sete Mulheres".
A Charqueada Santa Rita ainda dispõe de um espaço para eventos, com capacidade para 150 pessoas, equipado para a realização de formaturas, casamentos, aniversários e conferências, além de um excelente espaço para a realização de eventos variados. A propriedade dispõe, ainda, de Museu do Charque, o qual possui caráter itinerante, atendendo a escolas, museus, e outros municípios.
Charqueada Sao João
Possui acesso pelo interior da cidade através da Av. Domingos de Almeida.
Funcionamento: Diariamente, incluindo Sábados, Domingos e Feriados, mas é preciso realizar agendamento.
Telefone para informações: (53) 3228 2425
Atividades: tour monitorado pela casa, área interna e externa (duração: 45min.) ;
Passeio de barco “Rota das Charqueadas” (Duração: 50min.)
Um pouco da história
Construída em 1810, situada na margem direita do Arroio Pelotas, foi charqueada do ilustre português Antônio Gonçalves Chaves, autor do clássico "Memórias Ecônomo-Políticas sobre a Administração Pública do Brasil" (1817 a 22).
Apresenta-se em estilo Colonial. Residência térrea com pátio interno, formada a partir de ampliações sucessivas, que configura um grande retângulo. Inicialmente, a construção foi erguida com uma cozinha em anexo. Em uma segunda etapa, teriam sido construídas as alas leste e sul, desenhando uma espécie de C, com pátio de serviço aberto ao centro. Por último, uma ampliação serviu para fechar o pátio central, através da construção de um depósito. Ainda tem resquícios do que foi a senzala e um jardim ornado de estátuas do Porto, fontes d'agua e figueiras centenárias. Nas paredes estão expostos alguns objetos de uso nas charqueadas.
Auguste de Saint-Hilaire, célebre viajante e naturalista francês, descreveu o prédio como "dividido em grandes peças, que se comunicam, umas com as outras, e ao mesmo tempo, se abrem para fora", ou seja, "gênero de distribuição adotado em todo o Brasil". A fachada principal (norte e de costas para o arroio) apresenta sete aberturas, cunhais, soco, beiral com cimalha e pequena calçada.
Museu da Baronesa
Localização: Av. Domingos de Almeida, nº 1490
Horário de funcionamento:
Terça a Sexta - 13:00 às 18:00
Sábados, Domingos e Feriados - 14:30 às 17:30
Telefone: (53) 3228 4606
Visitação ao museu : Neste local encontramos registrada toda a opulência vivida por Pelotas durante o século XIX. Valores e riquezas foram preservados num acervo que conta com objetos como: mobília de mogno, enxovais ricamente bordados, vestuário de época, leques, baús e bibelôs. Grande parte das peças mostradas no museu fazem parte do acervo doado por Lourdes Noronha Coelho Borges e Adail Bento da Costa, este último um artista e colecionador pelotense. Para utilizar somente o Parque não é cobrada entrada.
Um pouco da história
Construção: séc. XIX
Situadas nas periferias das vilas e cidades, as chácaras representavam uma opção de moradia para as famílias abastadas, pois reuniam o que havia de melhor entre a vida rural e a urbana da época. Em 1863, o Cel. Aníbal Antunes Maciel adquiriu de Vicente Aurélio Prates essa propriedade para presentear seu filho - Aníbal Antunes Maciel, por ocasião do casamento deste com Amélia Hartley de Brito (1864), carioca de nascimento e inglesa por descendência. O jovem casal transferiu-se do Rio de Janeiro para Pelotas e, durante os 23 anos de matrimônio, tratou de melhorar as condições da chácara. Ampliou-a e transformou-a numa construção de base quadrada, com pátio central, encimada por uma camarinha. Do lado esquerdo e interligada ao Solar, em uma varanda decorada com lambrequins, foi edificado o salão de festas (capela). Nos fundos, foi construída a magnífica torre de banhos (apresenta azulejos europeus e banheira com fundo de mármore).
O Solar é uma obra arquitetônica cuja beleza reside na harmoniosa convivência entre os estilos Neoclássico e Colonial Brasileiro. Ocupa uma área de aproximadamente 7 hectares, e uma construção de 820m², com 22 peças e um pátio interno com algibe, que serviu para abastecer de água o Solar. Contornando todo o conjunto, foram cultivados dois jardins: um ao gosto francês (rígido e simétrico pelo desenho dos canteiros, chafariz e elementos decorativos) e um ao gosto inglês (pitoresco, com uma gruta labirintiforme construída com pedras superpostas, com interior em pedras de quartzo, vindas de carroça de Quarai). Na sua cúpula foi gravado o nome da primeira anfitriã: Amélia, a Baronesa dos Três Serros. A água canalizada da gruta forma dois lagos. Sobre estes, pontes rústicas. Também foi erguido um "castelinho" para acolher coelhos e pombos.
Aníbal Antunes Maciel ganhou notoriedade pela alforria concedida a seus escravos, em 1884, muito antes da Lei Áurea, fato que o fez ser agraciado com o título de Barão dos Três Serros, por decreto do Imperador Dom Pedro II. Faleceu três anos depois, aos 49 anos. A baronesa viúva permaneceu mais alguns anos em Pelotas, transferindo-se definitivamente para o Rio de Janeiro, em 1899. D. Amélia Harthey Antunes Maciel , "Sinhá Amélinha", era conhecida também por sua bondade. Esta grande dama tornou conhecida a Chácara dos Barões como o Solar da Baronesa. A última moradora foi Déa Antunes Maciel, neta dos barões. O prédio foi restaurado, e entregue à comunidade Pelotense em 1982 como Museu Municipal Parque da Baronesa. Possui um acervo de mais de mil peças destacando-se uma coleção de móveis e acessórios pertencentes à família Antunes Maciel e uma coleção pertencente ao artista plástico Adail Bento Costa, com móveis, leques, porcelanas, pratarias, armários, paramentos, vestes, fardas militares e imagens de madeira.
Pelotas

Pelotas é um município brasileiro, o terceiro mais populoso do estado do Rio Grande do Sul. Está localizado na encosta do Sudeste, às margens do Canal São Gonçalo que liga as Lagoas dos Patos e Mirim, as maiores do Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, ocupando uma área de 1.609 km² e possuindo uma população de 343.167 habitantes, com cerca de 92% deste total residindo na zona urbana do município. Pelotas está localizada a 250 quilômetros de Porto Alegre, a capital do estado.
Na história econômica do município destaca-se a produção do charque que era enviado para todo o Brasil, e fez a riqueza de Pelotas em tempos passados.
O município conta com cinco instituições de ensino superior, quatro grandes escolas técnicas, três teatros, uma biblioteca pública, vinte e três museus, dois jornais de circulação diária, três emissoras de televisão, um aeroporto e um porto flúvio-lacustre localizado às margens do Canal São Gonçalo.
Quanto ao transporte para outras cidades, este pode ser feito por meio terrestre, ferroviário e aéreo.
Tanto a zona urbana quanto a rural de Pelotas conta com monumentos, paisagens e vistas belíssimas, que levaram a televisão brasileira a escolher o município já por duas vezes como cenário para suas produções: "Incidente em Antares", cuja locação foi feita na zona do porto; e "A Casa das Sete Mulheres", filmada numa charqueada na zona rural.
Em Pelotas é realizada todos os anos a tradicional Fenadoce - Feira Nacional do Doce -, festa de eventos ancorada pelos famosos doces de origem portuguesa e que fazem a fama de Pelotas.
Pousada do Monte
Pousada do Monte
Localização: Monte Bonito / 9º Distrito de Pelotas.
Telefone: (53) 3277 30 77 (até as 20h)
Localizada em Monte Bonito, a 25 Km do centro de Pelotas, a propriedade localiza-se num dos pontos mais altos de Pelotas, a 103 metros acima do nível do mar, onde existia uma sesmaria (fração de terra inculta de 3000 braças ou 6600 metros), montanhosa e considerada como um monte muito bonito.
Hoje o local é tido como mirante do centro de Pelotas, da praia do Laranjal e do município do Capão do Leão, vista esta muito exuberante, principalmente quando observada à noite. A Pousada é administrada por uma família de descendentes de imigrantes portugueses vindos para o Brasil em 1892.
Atividades/ Atrações:
- Caminhos e trilhas;
- Piscinas adulto e infantil;
- Campos de vôlei e futebol;
- Churrasqueiras;
- Pracinha;
- Pousada.







